quarta-feira, 24 de agosto de 2011

REDES SOCIAIS | Magazine Luiza vende via Facebook e paga comissão aos usuários

O Magazine Luiza anuncia que irá usar redes sociais, como Facebook e Orkut, para ampliar suas vendas pela internet, informa a Folha.


Os consumidores, por meio de uma nova ferramenta, poderão fazer compras indicadas por amigos, que terão comissão entre 2,5% e 4,5% sobre as vendas.
A direção da rede de lojas informa que o processo vai começar por amigos dos funcionários e depois poderá ser estendido a clientes.
A estimativa é que, em nove meses, possam existir 10 mil "lojas de amigos" e 1 milhão de consumidores.
No projeto, chamado de "Magazine Você", cada amigo poderá fazer uma seleção de até 60 produtos e indicar aos consumidores.
Após a compra pela rede social, o consumidor será automaticamente direcionado para o site da empresa para efetivar o negócio.
Ainda não há prazo para inclusão de clientes no projeto.

Via CCSP

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

VALE A PENA | Quatro conselhos de Mark Zuckerberg


Os maiores erros que os profissionais de marketing cometem no Facebook

Mark Zuckerberg conversou comigo ontem à noite enquanto corria pelo Central Park. Ele havia dividido as águas da lagoa perfeitamente, em cinco círculos, e estava inteligentemente distribuindo peixes coloridos em cada um deles. Durante esse encontro, ele compartilhou comigo, por telepatia, quatro severas advertências para os profissionais de marketing – estava com medo de compartilhar publicamente depois de sua última experiência com a GQ.

Claro que o sonho acima jamais ocorreu. O que realmente aconteceu é muito mais poderoso. No mês passado desafiei meu time na Syncapse a mergulhar fundo nas estatísticas do Facebook e montar um quadro do futuro levando-se em conta as atuais práticas de marketing adotadas para a rede social. Depois de centenas de horas, diversos pacotes de bebidas energéticas e uma revisão em detalhes das páginas das 300 marcas top no Facebook, o quadro estava claro. Se os profissionais de marketing não melhorarem, eles vão falhar na tentativa de capturar o real valor das ações na mídia social.

A seguir quatro coisas que Mark Zuckerberg deveria compartilhar com todo CMO.

- O engajamento nos murais das marcas líderes caiu 22%. As empresas não estão pensando no longo prazo.

O engajamento é a joia da coroa na comunidade de marketing. Sempre se fala da relevância e do poder da plataforma. Revisamos dados a respeito do engajamento do público com relação a 300 das top brands no Facebook no período de um ano, começando em julho de 2010. Os resultados mostram um claro declínio na média de engajamento.
Muitos tendem a culpar o Facebook, porém é mais provável que os profissionais de marketing sejam os responsáveis pelo declínio. Audiências desrespeitosas com mau conteúdo, cupons, enquetes, desafios e material chato são maneiras de derrubar o engajamento no longo prazo, mesmo que no meio do caminho surjam campanhas com algum brilho.
Nem todas as 300 marcas tiveram declínio. Algumas são rock stars. São exemplos Deutsch, Renault, Hermes, Lowe’s e Chanel. Essas marcas não têm o maior número de fãs, mas, dia após dia, fazem mágica para manter sua base de fãs engajada.

- Páginas locais aumentam em 36% o desempenho. Resultados globais são construídos por região, a cada tempo.

Algumas palavras dos sábios de nossa equipe que estuda dados: maior não quer dizer melhor e programas regionais têm uma performance significativamente maior do que as globais. Isso não deveria surpreender. Conteúdo local relevante sempre se saiu melhor. Por toda uma série de razões, ou pelo desejo de manter a consistência da marca, muitos executivos de marketing na esfera global desenvolveram projetos que isolaram suas equipes regionais, ignorando programas e ações locais.
Mas estatísticas revelam que as páginas locais no Facebook têm resultados 36% melhores do que as globais. O sucesso é gerado pelo empoderamento das organizações na esfera regional, com conteúdo local relevante, apoio da mídia local e uso de uma linguagem adequada ao target local.

- Interaja com seus fãs de seis a sete vezes na semana, em momentos relevantes. Não fique distante, nem seja irritante.

Quando a marca conversa com os fãs, falar muito não quer dizer que seja bom. Muitas marcas respondem automaticamente, como se fossem robôs, entre 10, 15 e 20 vezes na semana. Quem segue essa prática apresenta declínio no engajamento. Interaja de seis a sete vezes na semana. Fale com objetividade e assegure que o conteúdo seja relevante. Se não tiver nada relevante a comentar, não fale nada.

- Entender o valor de um fã no Facebook é muito simples. Não tente complicar isso.

O valor de um fã no Facebook é simplesmente o valor do público para uma companhia. Isso inclui a quantidade de dinheiro que os fãs gastam na rede, a propensão que eles têm de fazer recomendações, o alcance, a frequência e o impacto de suas influências sociais.
O valor desses fãs deve ser apresentado de um modo que o CFO consiga compreender. Isso significa dar ênfase aos resultados que vão além de termos vagos como “sentimentos”. Ensine sua organização a tratar bem aos fãs da marca e abrace o poder que ele tem como a base da companhia. Rastreie seu progresso e entenda como o valor e a percepção da marca mudaram para o público.
Então, o que um executivo global de marketing deve fazer? Construir uma estrutura para ampliar o social marketing na corporação. Esse é um exercício de negócios. A chave é a compreender os objetivos da companhia, os processos e a estrutura de que dispõe e a partir daí fortalecer as pessoas corretas, com os objetivos, responsabilidades, métricas e recursos corretos.
Execute internamente o gerenciamento da comunidade em torno da marca e contrate gente para fazer esse trabalho de modo adequado. Colocar a voz da marca em uma operação externa não é uma opção viável no longo prazo. Pare de fingir que não tem budget para essa estratégia – provavelmente a empresa investe milhões em mídia. É possível poupar e redirecionar recursos para manter um relacionamento com os consumidores mais influentes e fieis.
Dê a missão para sua agência de desenvolver conteúdo original e criativo para a rede social. Vídeos que engajem e experiências de ação rápida costumam funcionar melhor. Deixe de ser tão tático e pare de tratar o Facebook como depositário de ações promocionais que seriam dispensadas de outra forma.
Mais importante: pesquise e compreenda as estatísticas e dados da marca no Facebook. Tenha um dashboard que mostre o desempenho que realmente importa para a empresa. Estabeleça metas e avalie a evolução da marca com base na performance de outras que sejam referências nesse campo.

(*) Michael Scissons para Advertising Age. Scissons é CEO da Syncapse, uma companhia de tecnologia que presta serviços na área de mídia social e que ajuda alguns dos maiores anunciantes do mundo a gerenciar e avaliar suas conexões com os consumidores no universo digital.

Via Meio & Mensagem

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

POLÊMICA | Nivea retira anúncio considerado “racista”



A Nivea enfrentou problemas nesta semana por conta de um anúncio que foi considerado racistas segundo opinião de muitas pessoas nas redes sociais. A peça mostra um homem de pele negra com a barba feia e o cabelo cortado segurando uma cabeça de um homem também negro, mas com barba e muito cabelo. A mensagem diz: “Recivilize-se”. Sites como Huffington Post, Clutch e The Root questionaram se o anúncio era racista ou não.
Outra peça da campanha mostra um rapaz de pele branca também barbeado segurando uma cabeça com barba e a mensagem “Sin City não é uma desculpa para parecer o inferno”.

As reações aos anúncios criados pela DraftFCB foram as mais variadas e há muitos pedidos para que Rihanna desista de sua parceria com Nivea. A comunidade negra em geral se posicionou contra o anúncio. “Nivea está dizendo que os negros não são civilizados”, foi um dos tweets.

Em prol do anúncio, diz-se que os dois anúncios conversam e que dá para perceber que a referência é aos homens das cavernas, e não aos negros.

A decisão de Nivea foi pela retirada do anúncio acompanhada de um pedido de desculpas. “A peça era inapropriada e ofensiva. Nunca foi nossa intenção ofender quem quer que seja e pedimos desculpas. Não usaremos esse anúncio novamente. Diversidade e igualdade são valores cruciais para a empresa”.
Via Meio & Mensagem

terça-feira, 16 de agosto de 2011

VALE A PENA | Disco de vinil se mantém com mercado de nicho

[vinyl+record]

“Pode ser pelo som orgânico que muitos fãs apreciam, pela arte visual em tamanho ampliado ou apenas pelo puro apelo retrô: o vinil parece estar cativando a imaginação dos consumidores, apesar do fato de, geralmente, custar o dobro do preço de um CD, contendo exatamente as mesmas músicas”. Dessa forma, Kim Bayley, diretor-geral da Entertainment Retailers Association (uma associação do mercado de varejo de música, vídeo, DVD e jogos de computador do Reino Unido), explicou o aumento de 55% nas vendas de discos de vinil naquele país no primeiro semestre de 2011, conforme reportado pelo portal britânico Retail Magazine.
O crescimento, registrado na comparação com os seis primeiros meses do ano passado, é liderado por The King of Limbs, oitavo álbum da banda inglesa Radiohead. Esse item vendeu exatas 20.771 cópias no primeiro semestre deste ano. Mas vale lembrar: o lançamento do Radiohead foi centrado no CD, e incluiu um pacote com dois LPs, grandes encartes de arte visual, mais de 600 pequenos encartes de arte visual, entre outros apetrechos.
No total, foram vendidos 168.296 discos de vinil no mercado britânico no período. “O sucesso do vinil mostra que consumidores de música podem pagar mais desde que lhes entreguemos um produto que eles realmente amem”, declarou o diretor da Entertainment Retailers Association. No Reino Unido, um CD pode custar até 7,82 libras esterlinas (aproximadamente R$ 20,40). Um disco, até 16,30 libras (R$ 42,50).
Nos EUA, um estudo publicado em maio pela Nielsen Wire afirma que foram vendidos 2,8 milhões de LPs em 2010, número 14,2% maior que o registrado em 2009. Para este ano, a consultoria prevê crescimento de 25,5%, com estimativa 3,6 milhões de discos de vinil vendidos até o fim de 2011.

Via Meio & Mensagem

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

PORTFÓLIO | Boas maneiras nos ônibus Oceânica

A  RTOAZZA desenvolveu, em parceria com a Oceânica Sul, campanha para incentivar as boas maneiras dentros dos ônibus da empresa.
São diversos adesivos e cartazes educando os passageiros para tornar a viagem mais agradável a todos.

Adesivo da campanha

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

MEIO AMBIENTE | Greenpeace acusa grifes de descuido ambiental



As pesquisas de tendências de consumo indicam sistematicamente que o consumidor anseia por marcas ecologicamente sustentáveis. Nesse sentido, esta semana pode ser o começo de um persistente incômodo para grifes como Nike, Adidas, Puma, Lacoste, Calvin Klein e a empresa sueca de “moda acessível” H&M (Hennes & Mauritz).

O Greenpeace divulgou, nesta segunda-feira, 8, um relatório que aponta as empresas responsáveis pela contaminação de rios da China, maior produtor mundial de tecido. Entre as principais culpadas, estão prestadoras de serviços das gigantes têxteis citadas.

“O mundo precisa de heróis para um futuro livre de tóxicos. JUST DO IT", diz uma das convocatórias da campanha “Detox now!” (“Desintoxicação já!”, em tradução livre), lançada no site internacional da ONG, numa provocação à Nike.

Os resíduos despejados nos rios podem atingir o sistema endócrino, reprodutivo e hormonal de pessoas e animais, além de gerar doenças no fígado, segundo o Greenpeace. Substâncias nocivas foram detectadas até no Yangtzé, maior rio da China, que move a usina de Três Gargantas, a maior do planeta.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

MERCADO | As marcas mais sociáveis das redes

Estudo inédito avalia como empresas lidam com mídias sociais no Brasil. Das 15 melhores, só quatro são nacionais




Se o anunciante brasileiro demorou a sentir a necessidade de se destacar na internet, que se mostrou imperiosa ao longo da década passada, a mesma falta de tato pode ser observada hoje com relação às mídias sociais — terreno em que queixas e elogios de consumidores são organizados e, portanto, ganham mais visibilidade do que se estivessem esparsos na web.
A E-Consulting Corp. mediu o índice de presença on-line (POL) de mais de 130 das 1000 maiores empresas do País e, dentre as 15 melhores colocadas no ranking, apenas quatro são marcas 100% nacionais: Natura (5ª), TV Record (9ª), Petrobras (11ª) e TAM (15ª).

“Participar ou não das redes sociais não é uma opção que cabe à companhia, já que discussões sobre suas marcas, produtos e iniciativas acontecem à sua revelia. E mais: seus clientes, funcionários e concorrentes também já fazem parte delas”, declarou Thiago Assis, consultor de negócios sênior da E-Consulting e gerente do projeto. A consultoria rastreou YouTube, Twitter, LinkedIn, Reclame Aqui, Google, Facebook e Orkut — estes dois últimos, segundo dados da ComScore do fim de julho, detêm 24,4 milhões e 35,68 milhões de usuários únicos, respectivamente.

Outro dado comparativo importante mostra que não necessariamente a verba investida no meio virtual se reverte em percepção positiva por parte dos internautas. Das 15 empresas que lideram a lista, apenas Coca-Cola (1ª) e Fiat (4ª) estão no grupo dos dez maiores anunciantes da internet brasileira, segundo o Especial Agências & Anunciantes 2011 de Meio & Mensagem. Neste ranking, a Coca-Cola ficara em 9º lugar, com R$ 24,546 milhões investidos, e a Fiat, em 7º, com R$ 31,443 milhões.

Confira as 15 marcas melhores colocadas no ranking da E-Consulting Corp.

1. Coca-Cola
2. Google
3. Apple
4. Fiat
5. Natura
6. Ford
7. Volkswagen
8. Nokia
9. TV Record
10. IBM
11. Petrobras
12. Microsoft
13. Toyota
14. Motorola
15. TAM


Via Meio & Mensagem

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

VALE A PENA | Grandes empresas levam susto em concurso de hackers


Um concurso realizado no final de semana durante a maior convenção mundial de hackers, em Las Vegas, mostrou um dos motivos para que grandes empresas sejam alvo tão fácil para os criminosos da computação: seus funcionários são mal treinados em questões de segurança.
Em meio a uma sucessão de ataques cibernéticos de grande destaque a alvos que variam da Sony ao Fundo Monetário Internacional (FMI), seria de imaginar que muitas empresas estivessem dedicando atenção especial à segurança hoje em dia.
Mas os hackers que participaram do concurso encontraram ridícula facilidade, em certos casos, para enganar funcionários de algumas das maiores empresas norte-americanas, levando-os a revelar informações que podem ser usadas para organizar ciberataques contra elas.

Os participantes também conseguiram levar funcionários dessas empresas a utilizar seus computadores de trabalho para visitar sites sugeridos por eles. Caso os hackers tivessem intenções criminosas, os sites poderiam ter carregado software infectado nas máquinas.
Em um dos casos, o participante do concurso fingiu ser um funcionário do departamento de informática da companhia, e convenceu uma funcionária da empresa a lhe fornecer informações sobre a configuração de seu computador, dados que podem ajudar um hacker a decidir que tipo de programa tem mais chance de funcionar em um ataque.
"Para mim, foi um telefonema assustador porque ela se mostrou disposta a cooperar," disse Chris Hadnagy, um dos organizadores da disputa, na conferência Defcon, em Las Vegas. "Muitas dessas coisas poderiam facilitar ataques sérios, se usadas pelas pessoas erradas."
A Defcon é um evento organizado por hackers bem-intencionados, em parte para promover pesquisa sobre vulnerabilidades de segurança a fim de pressionar empresas a resolvê-las. O concurso foi patrocinado por hackers considerados "de chapéu branco" (white hat), para demonstrar às empresas o quanto sua segurança é frágil e encorajá-las a educar seus funcionários sobre o risco de ataques de hackers.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

DESIGN | Latinha da Budweiser muda pela primeira vez em 10 anos


Nova embalagem da Budweiser
Modelo de latinha da Budweiser (à direita) é mais vermelho em relação ao design antigo
 A fabricante belga Anheuser-Busch InBev lançou, depois de 10 anos, uma nova embalagem para a latinha da cerveja Budweiser. Ao contrário de embalagens antigas, o novo modelo vem com um vermelho mais carregado e com o logotipo em branco.

Esse é o 12º modelo desde que a empresa começou a comercializar a cerveja em lata, em 1936.
A nova latinha da Budweiser deve chegar nos mercados dos Estados Unidos no final do verão e no final do ano em outros mercados. A ideia do novo design é atrair o pessoal mais jovem, com um visual menos branco e mais colorido.
A Anheuser-Busch InBev surgiu em 2008 da combinação da InBev NV e da Anheuser-Busch Cos.A empresa é destaque em vendas, assim como as concorrentes Stella Artois e Beck.

Via Portal Exame

quinta-feira, 28 de julho de 2011

PORTFÓLIO | logomarca FLAP IT

A R TOAZZA acaba de finalizar a logomarca da empresa de tecnologia FLAP IT, localizada em Curitiba e especialista em soluções em IT.

Para entrar em contato com a empresa, clique aqui.