quinta-feira, 13 de outubro de 2011

APPLE | Legado de Steve Jobs esconde seu lado obscuro



Steve Jobs foi um gênio e visionário como repetido à exaustão em textos e homenagens após sua morte.
Mas, com um legado indiscutível, o executivo e a empresa criada por ele deixam um histórico de tropeços e atitudes não tão invejáveis como seus produtos.
"O que todo mundo é muito educado para dizer sobre Steve Jobs."
Com esse título, o site norte-americano Gawker, que provocou a renúncia do deputado americano Christopher Lee ao publicar sua foto enviada a um site de namoros, elenca fatos que revelam um lado mais sombrio de Jobs e da Apple.
Sob uma política voltada para proibir a reprodução de pornografia, a empresa baniu de iPads e iPhones conteúdo como guias para turistas gays, quadrinhos e panfletos de políticos, diz o site.
O veto aos funcionários de informar a mídia sobre novos produtos era levado ao extremo. Provocou perseguições aos trabalhadores e confiscos de seus aparelhos.
Em dois episódios, a Apple avançou sobre os jornalistas responsáveis por reportar novos produtos antes de seu lançamento.
Em 2005, a empresa processou o blogueiro Nick Ciarelli por apresentar o Mac Mini. A ação levou ao fim da página. Já em 2010, um editor do site de tecnologia Gizmodo teve a casa invadida por policiais depois que o site publicou vídeo com o protótipo do iPhone 4.
Relato da época de sua primeira atuação na Apple reproduzido pela "Fortune" revelaram o autoritarismo e o calor de uma discussão de Jobs com funcionários.
"Alguém pode me dizer o que o MobileMe deve fazer? (...) Então por que diabos não faz isso?", reclama.
O autor do livro "The Second Coming of Steve Jobs", Alan Deutschman, afirma que eram comum funcionários ouvirem adjetivos como "horrível" e uma "m..." sobre seus projetos.
Jobs também é criticado por não colaborar com projetos de caridade. Em seu retorno à Apple em 1997, ele interrompeu o programa filantrópico e nunca mais o retomou.
Não há também registros públicos de doações pessoais a despeito de uma fortuna estimada em US$ 7 bilhões.

CHINA
Fornecedores da Apple na China não deixam marca positiva no histórico construído por Jobs. A própria empresa reportou ter encontrado, em 2010, quase cem crianças nas fábricas, já conhecidas por jornadas de mais de 15 horas.

Via Folha de SP

terça-feira, 11 de outubro de 2011

POLÊMICA | Caixa tem novo filme para Machado de Assis

A BorghiErh/Lowe apresentou esta semana seu novo filme para Caixa que usa como personagem principal o escritor Machado de Assis. O comercial "O Bruxo do Cosme Velho" que faz parte da campanha pelos 150 anos da Caixa, havia sido alvo de uma polêmica em setembro, por ter apresentado um ator branco para fazer o papel de Machado de Assis, que era mulato.

No dia 21 de setembo a Caixa enviou um comunicado pedindo desculpas pelo erro. (Leia aqui). Na nova versão, o escritor que era um cliente da instituição bancária, é representado por um ator mulato.

Com informações da Folha de São Paulo. 
Embora tenha sido suspensa a veiculação em TV, o primeiro comercial ainda poder ser visto no YouTube. Veja:


sexta-feira, 7 de outubro de 2011

MUNDO | Coca-Cola oferece garrafa com seu nome

A campanha de verão da Coca-Cola na Austrália convida os amantes do produto a dividir uma garrafa com os amigos. Intitulada “Compartilhe uma Coca-Cola” a ação coloca a disposição 150 nomes mais populares do país que são impressos em garrafas de Coca-Cola. Cada nome também tem sua própria criação na página da marca no Facebook, e as pessoas com nomes estranhos terão a chance de personalizar suas próprias latas nas lojas participantes.



Via Meio & Mensagem